30 de jul de 2011

Lar doce lar: Abdon Batista



O palhaço Alegria - passando o e-mail para enviar as fotos do grupo que conheci durante a visita.
Alegria, alegria
Chegou o momento de descontração
Vamos esperar .... logo entraremos em ação

Minha querida mãe e meu amado filho- partilhando momentos de descontração
Interior da capela. A próxima obra será doada pelo artista plástico joinvilense Juarez Machado


Por ordem do juiz não podemos fotografar as crianças. Elas são lindas, amorosas e sorridentes
A mae social é responsável pela família do coração.

amei a horta!!!

"Alcançar o próximo me conduziu a uma vida de significado" Angelina Jolie

Recesso escolar é ótimo para viajar , descansar e sobretudo fazer algo diferente do cotidiano.Organizei minha biblioteca(Finalmente) resolvi doar alguns livros infantis para o Lar Abdon Batista Agendei um horário e fui fazer a doação com a ideia de ter uma manhã diferente . A coordenadora Rosana nos atendeu muito bem e fomos conhecer o interior do Lar. Por questões de conflitos familiares os pais não conseguem educar seus filhos por ordem judicial as crianças ficam aos cuidados dessa entidade.
Descobri que vivem 50 crianças e, que ficam 10 em cada apartamento com uma mãe social que traz sua família para morar com os 10 filhos do coração. O lugar emana muito carinho , amor e muita doação . A alegria ficou completa com apresentação do grupo Jocumvidart um grupo de jovens com uma missão cristã de evangelizar de uma maneira jovem. Foi uma 4° feira de férias com sabor de domingo de manhã ensolarada. Venha visitar o Lar Abdon Batista através da fotos e se quiser poderá ajudar com doações, as crianças agradeceriam com um sorriso de esperança .
" Felicidade é a certeza de que a nossa vida não está passando inutilmente . Érico Veríssimo

25 de jul de 2011

Bullying Dói


Deborah e Keimilin 2 ano 03

Tayane, Ana Carolina, Andressa .2 ano 1


Fernando e Patricia 1 ano 01



Alunas: Karina, Beatriz, Andressa . 1 ano 01 (ensino médio)E.E.B. Dr. Jorge Lacerda.












" Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, ou por sua origem, ou sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, se elas aprendem a odiar, podem ser ensinadas a amar, pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o seu oposto. A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta." Nelson Mandela

O mal-estar causado por zombarias e violência corporal entre os colegas de escola afeta a saúde física e emocional das crianças e adolescentes.
Fomos até a sala de informática e lemos a cartilha bullying ( projeto Justiça nas escolas cartilha 2010) anotaram o que era relevante e fomos para sala de aula produzir em equipe uma atividade lúdica para despertar entre eles que o bullying é algo muito sério. Estamos agora na produção de crônicas com o tema proposto.
Vamos brincar? Sem machucar.

" Pais e professores que ouvem de jovens relatos de bullying em tom jocoso devem aproveitar a oportunidade para abordar o assunto e reverter a impressão da criança ou adolescente de que a violência é bacana." Psiquiatra José Augusto Pedra

19 de jul de 2011

Respeito é fundamental


Cortesia e e educação são sempre bem vindas, assim como valorizar o outro independente da sua função...

TESE DE MESTRADO NA USP por um PSICÓLOGO

'O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA, CONFORME A EDUCAÇÃO QUE RECEBE'

'Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível'

Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da
'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas
enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado
sob esse critério, vira mera sombra social.

Plínio Delphino, Diário de São Paulo.

O psicólogo social
Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou
oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali,
constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres
invisíveis, sem nome'. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu
comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma
percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão
social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.
Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de
R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição
de sua vida:

'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode
significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o
pesquisador.

O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não
como um ser humano. 'Professores que me abraçavam nos corredores da USP
passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes,
esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me
ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão',
diz.
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma
garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha
caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra
classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns
se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo
pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e
serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num
grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei
o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e
claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de
refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem
barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada,
parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:
'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi.
Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar
comigo, a contar piada, brincar.

O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí
eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo
andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na
biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei
em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse
trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O
meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da
cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar,
não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.

E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a
situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se
aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar
por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse
passando por um poste, uma árvore, um orelhão.

E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está
inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito
que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses
homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa
deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.
Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são
tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo
nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.
*Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem na vida!

14 de jul de 2011

Queremos mudança!!!

(recebi via e-mail e compartilho com vocês)
NÃO PRECISAMOS DE EDUCAÇÃO
>
> NÃO PRECISAMOS DE PROFESSORES
>
> AFINAL....
>
> PARA QUE SER UM PAIS DE 1° MUNDO SE ESTA BOM ASSIM.
>
> Ronaldinho Gaúcho: R$ 1.400.000,00 por mês.
>
> "Homenageado na Academia Brasileira de Letras"...
>
> LETRADO ELE
>
> Tiririca: R$ 26.000,00 por mês, fora os auxílios e mordomias;
>
> "Membro da Comissão de Educação e Cultura do Congresso"...
>
> COMO DIZ OS GAUCHOS... BAHHHHHHHHH TCHÊ... MAS QUE TAL?
>
> TRADUZINDO, O SALÁRIO DO PALHAÇO AI, PAGA SÓ 30 PROFESSORES, E PARA AQUELES QUE ACHAM QUE EDUCAÇÃO NÃO É IMPORTANTE, CONTRATA O TIRIRICA PARA DAR AULA PARA SEU FILHO.
>
> Um funcionário da Sadia (nada contra) ganha hoje o mesmo salário de um ACT ou um professor iniciante, levando em consideração para trabalhar na empresa você precisa ter o fundamental, ou seja, de que adianta estudar, fazer pós e mestrado?
>
>
>
> Piso Nacional dos professores: R$ 1.187,00...
>
> Moral da História:
>
> Os professores ganham pouco, porque só servem para nos ensinar coisas inúteis como: ler, escrever e pensar.
>
> Sugestão:
>
> Mudar a grade curricular das escolas, que passaria a ter as seguintes matérias:
>
> - Educação Física: Futebol
>
> - Música: Sertaneja, Pagode, Axé
>
> - História: Grandes Personagens da Corrupção Brasileira
>
> Biografia dos Heróis do Big Brother
>
> Evolução do Pensamento das "Celebridades"
>
> - História da Arte: De Carla Perez a Faustão
>
> - Matemática: Multiplicação Fraudulenta do Dinheiro de Campanha
>
> Cálculo Percentual de Comissões e Propinas
>
> - Português e Literatura:
>
> ??????????????????????? Para quê??????????? ???????????
>
> - Biologia, Física e Química:
>
> Excluídas por excesso de complexidade
>
> Está bom ou quer MAIS!!!!!!!!!!!!!
>
> ESSE É O NOSSO BRASIL!!!!!!
>O Brasil que não queremos.

8 de jul de 2011

Abençoada criança interior




Bola de Meia, Bola de Gude

Milton Nascimento

Composição: Milton Nascimento

Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão

Há um passado no meu presente
Um sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra
O menino me dá a mão

E me fala de coisas bonitas
Que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito
Caráter, bondade alegria e amor
Pois não posso
Não devo
Não quero
Viver como toda essa gente
Insiste em viver
E não posso aceitar sossegado
Qualquer sacanagem ser coisa normal

Bola de meia, bola de gude
O solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança
O menino me dá a mão
Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto fraqueja
Ele vem pra me dar a mão

1 de jul de 2011

Hakuna Matata( Isso é viver ....)

Virei madrinha Hip, Hip, Hurra


Mary e Amorim nos autógrafos

Presença de Else Sant'Ana Brum - Ótima escritora infantil
Abençoada plateia


Encenação do livro O rio que ficou triste

Fiquei surpresa em ser mencionada pela cronista Mary Bastian. O rio que ficou triste é um livro colorido, lindo com belas ilustrações. A mensagem ecológica é bem oportuna para nossos dias.
Mary Bastian é uma gaúcha arretada , nasceu em 05.05.1937. É Bacharel em Biblioteconomia
pela Universidade do Rio Grande do Sul.
É cronista, poeta, mas o gênero que mais a destacou foi a literatura infanto-juvenil. Publicou vários livros desse gênero.
A noite era chuvosa e fria, mas compensou pela noite cheia de cultura, partilha e muita amizade. Obrigada Amorim, Célia e outros escritores presentes.
Deixo com carinho para vocês a crônica e as fotos da noite de autógrafos.