Joinville Esporte Clube
Minha alegria de viver sou tricolor até morrer.
Defender meu time, Joinville estamos preparados.
Quero ver segurar a maior desse nosso estado. (2x)
Chegou a hora agora é nossa vez
Honrar as grandes glórias que teve início em 76
Certamente, 29 de janeiro onde o sul é brasileiro.
Feito de grande união de Caxias e América guerreiro
Foi pelo Brasil inteiro conquistando a nação.
E a torcida que ajuda, canta e grita.
Apoiando a subida a primeira divisão.
Quando esse tricolor entra em campo
No estádio inteiro bate forte o coração.
Presente nas arquibancadas, preparada para qualquer jornada.
Com o orgulho tricolor sempre no peito
Preto, branco e vermelho, conquistando espaço e respeito.
É a maior do estado, dito e feito,
(Refrão 2x)
Alunos: Peterson, Magnon, Willian, Anderson M.
Dona Frida
Lá vai dona Frida
Animando o povo
Com a balinha de goma
“eita” nós que gostosa
Nessa terra tão bonita
Ela veio pra alegrar,
No terminal cheio de gente
A alegria contagiar
Lá vai dona Frida
Animando o povo
Com a balinha de goma
“eita” nós que gostosa
Lá vai dona Frida
Com a balinha na mão
Contato entre os olhos
“eita” nós que emoção
Dona Frida, dona Frida
Joga bola sobre nós
É no terminal de ônibus
Todos ouvem sua voz
“Eita” nós.... dona Frida, dona Frida
Alyne Pereira, Franciellen Barbosa, Jéssica Pietro, Aline Cunha, Andressa, Susan
Série: 2ª 02
Música Dona Frida Minha meninas são dez, pensaram em uma personagem de Joinville e escolheram a vendedora de guloseimas do Terminal de ônibus – depois de uma semana escutando o ensaio da música ( a turma já até sabia de cor a música), finalmente saiu o samba com direito a pesquisa sobre a Dona Frida . Vamos conhecê-la. "Três por um passe, quatro por um real" GLEBER PIENIZ Milhares de pessoas passam pelo terminal de ônibus do centro de Joinville, todos os dias. Frida Krause, 68 anos, desapercebida às vezes, é parte deste cadinho onde fervem pressa, motor, passe, sujeira, interesse. Há um ano ela pula de plataforma em plataforma anunciando "pipoca, torrone, bala de goma" numa vozinha tímida e inconfundível. "Três por um passe, quatro por um real" é a cotação das guloseimas que vende, recheio do saco que carrega de cima para baixo nos sete dias da semana, em todas as semanas do mês. "A minha aposentadoria não dá pra nada. É 50 de água, 50 de luz e já foi", calcula. Pequeninha, mirrada, reclama de dor no braço desde que caiu enquanto cortava pasto para dar às galinhas. Quarta-feira, além de não vender muito, foi dia do ombro esquerdo se manifestar. "Preciso vender, sempre vendi, não dá pra ir pra casa. Hoje eu tomei um remédio, mas demora até sarar", explica. Nascida em Massaranduba, Frida estudou até a 3ª série e aprendeu com a mãe a vender "umas cabecinhas de couve". Nunca mais parou. Há 40 anos, quando chegou em Joinville, chegou a trabalhar em um hotel, mas logo se pôs a fazer fôrmas de bolo em lata e, de bicicleta, sair para vender. Mas isso é passado. Hoje ela está preocupada com o IPTU e vai com saco e grito para o terminal. "Pipoca, torrone, bala de goma". "Com chuva, com sono, tem que vir. Venho todo o domingo porque tem menos vendedores. Até que dá dinheiro", diz a mulher, extrovertida. No terminal, Frida disputa espaço com um número que acredita chegar a 20 vendedores, muitos com o mesmo produto que ela tenta vender. "Dá uns 30 reais sujos por dia, mas tem que trabalhar das 9 da manhã às 9 da noite. Quando dá fome, como uma coisinha no bar e toco de novo". Espanta na vendedora - fala solta, gestos tão largos quanto os bracinhos alcançam - o otimismo e a alegria com que conta as coisas mais tristes. Há 27 anos, foi abandonada pelo companheiro. Hoje, vive com um colega de profissão que está de cama. João Maria de Oliveira, o Índio, 54 anos, há três semanas foi assaltado em pleno terminal, mas conseguiu pegar o ladrão. Levou o larápio à delegacia mas, na saída, foi agredido pelos comparsas do criminoso. "Sangrava pelos olhos, pelo nariz e pelo corte. Parecia uma galinha que a gente mata", lembra Frida. "Levou sete pontos na cara". Além do casal, a casinha do bairro Floresta também é teto para o filho Paulo Sérgio, "28 anos mas meio ruim da idéia" e Marcelino, 17 anos, que "não tem pai nem mãe, mas trabalha fora". "Tem moedinha, dona?" Lá vai dona Frida para a fila do ônibus, tentando trocar os passes por dinheiro, saco de doces ao lado do corpo. Às vezes dá sorte, outras, não. Mas uma pipoca sempre se vende. Frida diz que "a mulherada compra muito pros filhinhos" mas, infelizmente, o movimento tem caído. "Do ano passado pra cá mudou muita coisa. Esse ano tá muito ruim, tem dia que não dá nem vontade de ficar, mas a gente é obrigada". Pipoca, torrone, bala de goma são comida, roupa e contas pagas na casa de assoalho frouxo da dona Frida. Se são futuro, não sabe. "Vou trabalhar enquanto ainda tiver saúde. O que vamos fazer da nossa vida?. ( fonte Jornal A Notícia) Valeu! Meninas vocês são Mara.............. vilhosas!!! Parabéns, todos nos 2ª anos foram bem criativos e animados. A escola Jorge Lacerda respirou samba e muita cultura de Joinville. Amo muito vocês. Continue estudando e lendo. Acredto em vocês. Rumo ao sucesso!!!!!
A mais bela cidade
A mais bela da cidade
As mais belas flores são acompanhadas
Por mais belos amores.
Joinville que com todo amor nos adotou
E nos fez crescer, nos mais belos lugares
Nos ensina a viver,
Joinville tu és pura mesmo em horas
Escuras, a solidariedade se fez presente,
E nem mesmo uma enchente enfraqueceu
Nossos corações.
Solidariedade está no coração de toda essa gente,
Que vive sempre no momento presente.
Cidade que nos encanta, é a cidade da dança que nos faz brilhar.
Homens, mulheres e crianças
Unindo forças no presente e trabalhando
Pela gente e nossa cidade melhorar.
Priscila da Silva
Juliano Ganzer
Paula Vanessa Ramos
Claudionor
Camila Santos
2º ano 7